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terça-feira, 10 de maio de 2011

Nova Kombi

Eu sei que essa notícia saiu ainda em março e os leitores, como bons apaixonados por refrigerados a ar, já devem ter lido e visto as imagens da nova Kombi. Mas eu ainda não dei minha opinião, então tá valendo!

O modelo é bonito, mas não pode ser considerado como a nova Kombi. Aliás, não vai ser chamado pelo mesmo nome, a montadora o apresentou como Bulli, mas o conceito foi criado em cima de uma proposta da Kombi para o século XXI. O modelo, que nem é tão grandão como a Komboza, tem capacidade para seis passageiros. Na minha opinião, o carro ficou achatado demais e perdeu as características. O retrovisor na horizontal também não me agrada.


O carro tem um motor elétrico de 85 Kw de potência.

O Bulli faz de 0 a 100 km/h em 11,5 s e tem velocidade
máxima de 140 km/h (controlada eletronicamente).

Modelo traz motor a diesel ou a gasolina que auxiliam o propulsor elétrico.

Espaçosa?


A nova versão da Kombi ficou pronta após 10 anos de projeto.. Uma década pra descobrir como descaracterizar o auto!? Aff...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Fãs do 53

Hoje o blog manda uma dica bem especial! O site LoveBugFans foi criado para promover a camaradagem entre os fãs do filme da Disney, "Herbie The Love Bug", e ainda atuar como um recurso para os proprietários de Herbies originais e réplica.
No site, uma das páginas mostra Herbies de diversas localidades. Abaixo meus preferidos, Rat Herbies:

O LoveBugFans.com está no ar desde 2002. Eles respondem perguntas, sugerem recursos para sua restauração e além de contribuir com amizade. O site é licenciado pela Volkswagen.

Fãs do LoveBug, divirtam-se!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Fusquinha 1200cc

Como eu sempre digo: quem já teve um fusca tem uma história inusitada pra contar... A crônica a seguir foi publicada no jornal O Florense. Flávio Luís Ferrarini é um escritor admirável. Ele é natural de Nova Pádua e, ainda adolescente, mudou-se para Flores da Cunha, minha cidade linda, onde ele mora até hoje. Já me encantei com diversos textos dele, publicados no jornal ou nos livros. E fico deveras feliz por ele ter narrado este episódio sobre o seu besourinho.

Fusquinha 1200cc
Flávio Luís Ferrarini 
Imagem:

Agora, com o Brasil começando o ano de verdade, a rotina voltou ao normal com mais de 35 milhões de carros nas estradas e ruas das nossas cidades.

Os carros estão em toda parte. Os carros ocupam todos os espaços possíveis. Enchem as ruas, entopem as calçadas, empilham-se em viadutos, atapetam as estradas, escondem-se em estacionamentos subterrâneos.
O cigarro mata. O uísque mata. O sal mata. O sol mata. A maionese mata. E o carro? O carro mata sem dó nem piedade. O carro intoxica e mata. O carro ensurdece e enlouquece. O carro engarrafa milhões de pessoas. O carro azeda o humor e paciência de todo mundo.

O carro vicia. Talvez quase tanto quanto o crack. Milhões de pessoas não conseguem sair de casa sem ser a bordo do seu carro. Criam uma dependência química terrível. Há os que praticamente moram em seus carros tunados.

Se no início do século passado a velocidade média nas grandes cidades era de 30 quilômetros por hora, limitada pela velocidade máxima dos carros. Hoje em dia, com máquinas que chegam a 300 por hora, a velocidade média não passa dos mesmos 30 por hora.

O carro é desejo de consumo de quase todo mundo. Junto com o primeiro emprego vem o sonho do primeiro carro próprio. Não importa se com ele vem a prestação, a manutenção periódica, o IPVA, o seguro, a multa e a Bomba (de gasolina, é claro). Não importa se o carro é usado e precisa de alguém para segurar a porta fechada enquanto estiver andando. Não importa se precisa pedir licença ao caroneiro para trocar de marcha. Não importa se o carro parece uma batedeira de tanto que treme. Não importa se o carro muitas vezes só pega no tranco.

Não obstante isso tudo, todo mundo quer ter um carro e todo mundo tem uma história inesquecível sobre seu carro para contar. É evidente que também tenho a minha.

O meu primeiro carro foi um fusca 1200cc, ano 1962, cor branca. Brasileiro, original, simples, bonitinho e honesto. O meu primeiro carro nasceu quando eu tinha apenas um ano de idade. A aparência era bem espartana. Não tinha enfeite algum, mas era anêmico. O meu fusca não falava como o famoso Herbie de Se meu fusca falasse, apenas tossia e gemia. Além de tossir e gemer, fumava e batia lata. Não tinha forças para quase nada. Bastava botá-lo para enfrentar um aclive para que abrisse as pernas, tanto seja, as rodas. Punha toda a língua para fora e pedia água.

Com o meu fusquinha 1200cc precisei aprender, na marra, os rudimentos da mecânica; câmbio, alternador, carburador, distribuição, disco de freio, kit de embreagem, etecétera.

Com o meu fusquinha 1200cc, levei minha noiva para um tour pelos “Caminhos da Colônia”, mal cabendo em mim de tanto orgulho. Era o aniversário dela. Gastei o sábado inteiro para embonecá-lo. Banho, cera, escova, brilho e uma generosa dose de perfume. Cavalheiro, abri a porta e ajudei minha noiva a acomodar-se no banco do caroneiro. Tudo andava maravilhosamente bem, com o motor mostrando saúde razoável. De repente, o danado aprontou. Fez-me passar por um dos maiores vexames da minha vida. Ouvi um estrondo. Achava que algo havia caído do céu como um meteoro ou um destroço de satélite, quando fui verificar havia sido o motor que se desprendeu dos calços e foi-se para o chão da estrada de chão batido. Perdi o motor do fusquinha 1200cc e por muito pouco não perco também a noiva.

Minha história com o fusquinha 1200cc, na verdade, é o lado romântico do carro, um linitivo para o duro e estressante trânsito neste início de março.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Ideia pra encontros

Sensacional essa ideia dos hermanos! Que tal o pessoal que organiza os encontros de fuscas por aí copiar!? Um fusca de cada década disponível pra passeio dos visitantes, com os respectivos figurinos!?

Segue matéria publicada ontem na Folha.com:

28/04/2011 - 08h00
Empresa cria passeios por Buenos Aires em carros dos anos 60
MARCIA CARMO
DE BUENOS AIRES PARA A BBC BRASIL

    Argentinos e turistas agora podem conhecer Buenos Aires a bordo de carros dos anos 60 e conduzidos por motoristas vestidos com figurinos da época.

    A ideia partiu de dois irmãos que, fãs de veículos antigos, decidiram transformar a paixão em negócio e criaram a empresa Buenos Aires Vintage.

A ideia partiu de dois irmãos que decidiram transformar
a paixão por carros antigos em negócio na empresa Buenos Aires Vintage
"Sempre gostei de carros antigos e faço parte do Citroën Club de Buenos Aires, que reúne mais de 300 automóveis. E ali, ao ver tantos seguidores, surgiu a ideia da empresa", disse à BBC Brasil Martín Sánchez, 32.  Leia a matéria completa.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Para colorir!

Olha que divertido o material que recebi do pessoal do Clube do Fusca de Poços de Caldas!
Trata de um concurso promovido pelo ilustrador Maurício Morais para premiar quem melhor pintar o Fusca 1968, desenhado por ele. Pode ser utilizada qualquer técnica de pintura. É só clicar na imagem abaixo pra obter o desenho em alta resolução e arrasar na criatividade!
É só clicar pra ampliar!
Depois de colorido, o desenho deve ser enviado para o e-mail mau917@gmail.com

O vencedor será conhecido no dia 14 de maio e o prêmio será um poster do carro!

Todos os desenhos enviados, serão publicados no blog do autor do concurso http://mauriciomorais.blogspot.com